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A SUSTENTABILIDADE DA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA

Comunicado sobre doação de álcool 70%.

O SIFAEG informa que a doação de álcool 70% feita por suas empresas associadas está sendo encaminhada para o governo de Goiás e para as prefeituras onde estão instaladas as usinas. A distribuição não é feita pelo Sindicato. Estado e prefeituras é que estão repassando o produto para hospitais, asilos e presídios.

Sifaeg na luta contra o coronavírus

O Sindicato da Indústria e Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (Sifaeg) está a frente de uma grande esforço para ajudar o Governo do Estado de Goiás a mitigar os efeitos da pandemia do novo coronavírus. Neste sentido firmou uma parceria com o governo para que empresas associadas ao Sindicato possam atender a um apelo pessoal do governador Ronaldo Caiado (DEM), para disponibilizar a produção do álcool líquido 70%. O governo precisa higienizar hospitais públicos, asilos, presídios, unidades socioeducativas e tem uma demanda estimada em cerca de 100 mil litros.

As usinas já estão fazendo essa distribuição do álcool líquido 70% para as prefeituras dos municípios onde elas estão instaladas. Na entressafra existe a dificuldade de matéria prima para o produto. Mesmo assim as unidades estão transformando o etanol hidratado e o anidro que ainda possuem em estoque para atender o governo estadual e prefeituras neste momento grave para toda sociedade.

Doação de álcool em Indiara/GO

A Denusa Destilaria Nova União S/A, vem atuando fortemente em parceria com o Governo do Estado de Goias e Municipal, doando álcool 70°, para que de forma preventiva, os órgãos possam melhorar ainda mais a higiene dos ambientes hospitalares. Veja a entrega de álcool 70° no Hospital Municipal de Indiara.

Comunicado

O SIFAEG E O SIFAÇUCAR , ENTIDADES QUE REPRESENTAM OS PRODUTORES DE ETANOL E AÇÚCAR EM GOIÁS, COMPREENDENDO O MOMENTO GRAVE IMPOSTO PELA PANDEMIA DO NOVO CORONAVÍRUS, E PREOCUPADO COM A SAÚDE DE SEUS COLABORADORES, ESTARÁ EM REGIME HOME OFFICE, POR 15 DIAS, A PARTIR DE SEGUNDA-FEIRA, DIA 23.

ESTAREMOS À DISPOSIÇÃO ATRAVÉS DO E-MAIL: SIFAEG@SIFAEG.COM.BR OU PELO TELEFONE (62) 99979-4774

Cana transgênica

O Brasil já tem aprovadas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), duas variedades genéticamente modificadas, ambas desenvolvidas pela Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) que são resistentes à broca, a Diatraea saccharalis. Segundo especialistas, as perdas causadas por essa praga podem chegar a R$ 5 bilhões por ano, devido a perdas de produtividade agrícola e industrial, qualidade do açúcar e custos com inseticidas.
Tanto a CTC9001BT como a CTC20BT são resistentes à broca, mas têm características distintas. A CTC20BT é principalmente plantada em ambientes favoráveis, com solos bons e com maior incidência de chuva, enquanto a CTC9001BT é indicada para ambientes com solos mais restritivos. Além disso, a CTC20BT é normalmente colhida no meio da safra, enquanto a colheita da CTC9001BT normalmente se realiza no início da safra.
As duas variedades de cana GM disponíveis no momento estão em fase de multiplicação em mais 100 usinas e fornecedores do Centro-Sul do Brasil. No futuro poderão produzir os mesmos produtos que as variedades de cana convencionais.
Mas, o CTC não para com as pesquisas e o desenvolvimento de novas variedades geneticamente modificadas. Atualmente o Centro está trabalhando na expansão de seu portfólio de variedades resistentes à broca, é uma segunda geração de variedades. “Ao mesmo tempo já começamos os trabalhos para criar variedades resistentes não apenas à broca, mas também tolerantes a herbicidas, como o glifosato e ao bicudo (Sphenophorus levis)”, explica Viler Janeiro, diretor de Assuntos Corporativos do CTC.
Em resumo, a primeira geração da cana geneticamente modificada foi adicionada a característica de resistência a broca nas variedades de cana convencionais. Essas já estão no mercado. Já a segunda geração, além da resistência a broca, a cana será também tolerante a herbicida. Serão entre oito a dez variedades. E na terceira geração, o CTC adicionou a característica de resistência ao Sphenophorus, isso é, o bicudo, gera um prejuízo de até 30 toneladas de cana por hectare e é segunda maior praga que atinge os canaviais.
O bicudo provoca R$ 4 bilhões de prejuízo por safra e, muitas usinas têm mais receio dele do que da broca. Essa praga causa danos sérios à lavoura e é de difícil controle e tem ritmo acelerado de dispersão pelos canaviais.
“Por enquanto, o que podemos dizer é que os estudos estão bem avançados”, pontua Janeiro. Ele complementa que as variedades de segunda geração devem ser submetidas para aprovação comercial da CTNBio nos próximos anos.

Mercado
Não apenas de aprovações em solo nacional as novas variedades necessitam. Atualmente o Brasil exporta açúcar para cerca de 150 países. Com isso, os órgãos internacionais precisam aceitar, por exemplo, o açúcar fabricado a partir da cana geneticamente modificada.
Em agosto de 2018, a FDA (Food and Drug Administration), agência americana de fiscalização e regulamentação de alimentos e remédios, findou que o açúcar produzido a partir da cana brasileira geneticamente modificada é seguro para o consumo, assim como o obtido a partir de variedades convencionais. A Health Canada também aprovou o uso do açúcar oriundo da cana transgênica desenvolvida pelo CTC.
O CTC não é o único desenvolvedor de cana-de-açúcar geneticamente modificada. A Embrapa Agroenergia também realiza estudos. Atualmente entidade desenvolve uma variedade tolerante ao déficit hídrico; outra de tolerância da cana ao alumínio; uma terceira com modificação da parede celular para etanol 2G e uma variedade de controle biológico da broca-da-cana. Mas para agilizar e fugir da burocracia, a entidade desenvolve pesquisas de edição gênica, no qual as novas variedades ganham características, mas não são consideradas transgênicas.

 

 

A Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) entra em vigor no próximo dia 24

Com a entrada em vigor do RenovaBio dia 24/11/2019, a expectativa é que o Programa venha a demandar nos próximos 10 anos um aumento de quase 100% na produção de etanol no Brasil. O RenovaBio tem como objetivo reduzir as emissões de carbono da matriz de transportes por meio do aumento da participação de biocombustíveis.

 

Usina goiana recebe certificação internacional

A Cooper-Rubi recebeu a certificação internacional Bonsucro. A auditoria foi realizada entre os dias 19 e 22 de agosto e avaliou de forma geral seis princípios: atendimento às leis, respeito aos direitos humanos, eficiência energética, ecossistema, melhoria contínua e aos requisitos de atuação da União Europeia.

Durante um ano, a empresa se preparou para a auditoria, visando a melhoria em suas práticas e desempenho de toda sua performance. Foram avaliadas as áreas agrícolas e industriais. Os principais indicadores de produção são: o consumo de energia e água e a emissão de gases de efeito estufa.  Já o cumprimento dos direitos trabalhistas, segurança, saúde, alimentação e transporte foram os critérios humanos avaliados.

Atuar com responsabilidade é a prioridade da empresa que celebra essa nova conquista. Para a responsável pela gestão de certificação da Cooper-Rubi, Edna Almada, “a sustentabilidade está incluída em todos os processos de produção. Com isso, garantimos a melhoria constante da empresa nos fatores sociais, econômicos e ambientais”.

Certificação

A Bonsucro é uma associação de produtores de cana-de-açúcar e processadores secundários, preocupados com a sustentabilidade. A organização internacional atua para assegurar um futuro social e ambientalmente correto.

A avaliação é um desdobramento da certificação Better Sugarcane Initiative, um grupo que se preocupa com os impactos socioambientais da produção da cana-de-açúcar. O principal objetivo é garantir que os processos sejam sustentáveis e com responsabilidade social.

O certificado é uma ferramenta importante que visa medir a transformação social, econômica e ambiental promovida por indústrias sucroenergéticas, ele é composto por indicadores que atendem seis cumprimentos: legislação local, biodiversidade e impacto ao ecossistema, direitos humanos, produção, melhoria contínua dos processos e atendimento aos requisitos da união europeia.

Safra: Alta na produção de etanol e queda expressiva na fabricação de açúcar

A quantidade de cana-de-açúcar processada pelas usinas e destilarias do Centro-Sul totalizou 40,90 milhões de toneladas nos primeiros 15 dias de julho de 2019. Esse resultado é 9,53% inferior aquele observado na mesma quinzena da safra 2018/2019, quando foram moídas 45,21 milhões de toneladas. “As condições climáticas observadas nessa primeira quinzena dificultaram a operacionalização da colheita em muitas regiões, prejudicando o processamento”, explica Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da UNICA.